A arte de forçar um recomeço.

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Foram diversas desculpas, diversas promessas. No fundo eu queria voltar a postar no Blog, mas o dom do ócio sempre falava mais alto. Pois bem, aqui estou eu, novo, de novo, com um novo endereço, uma nova visão, mas com a essência bastante parecida com a anterior. 

O mais bacana é olhar pra algumas postagens anteriores e me ver, lá no começo de 2008. Escrevendo como um adolescente, pensando como um adolescente. Com gostos particulares, bem como o peculiar “sensacionalismo” na escrita. rs.

E se é bacana ver, por exemplo,  que minha admiração por “Kill Bill” continua exatamente a mesma que antes, é mais bacana ainda ver como eu fiz umas quatro postagens que acompanharam meu processo de visão e interpretação acerca de “Cidade dos Sonhos”. Antes, desgostava. Depois, admirava. Agora… Bem, agora a imagem no cabeçalho do blog vem desse filme, e daí a gente pode tirar conclusões. 

O desgosto vinha do fato da incompreensão, e de limitações de observação. O que se faz? Estuda. Vê. Treina o olhar. E se permite novamente. Se permite observar sem preconceitos, sem predisposições, sem arrogância. E é mais ou menos essa a linha que tento seguir em toda análise crítica que faço.

Por fim, é isso. Haverão postagens mais assíduas (obrigatoriamente, afinal esse blog agora faz parte de um trabalho da faculdade. hehe), e haverá um tanto a mais de cuidado. No mais, estou por aqui. Nesse mesmo batcanal, e nem sempre nesse mesmo bathorário. Mas certamente aqui.

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O Começo

Li certa vez, que nós procuramos em diversos âmbitos; seja ele religioso, musical, cinematográfico ou da literatura; meios de complementar e trabalhar nossa intelectualidade e o nosso ser, demonstrando o quanto somos capazes quando nos dedicamos a uma “atividade mental” específica. E desde pequeno, a minha tendência era o cinema.

Aos poucos, quando fui trabalhando essa minha característica, fui percebendo como diversos dos meus conceitos, foram reestabelecendo-se e renovando-se a cada vez que eu devorava ainda mais, toda a maravilha que o cinema tem para ser desfrutada. Logo, somente assistir a filmes não me satisfazia, e minha eterna sede pelo conhecimento audio-visual, me fez começar a escrever sobre aquilo que eu tanto admirava.

Isso foi desenvolvendo-se aos poucos, e além de correr para redigir algum comentário crítico sobre aquilo que via, ainda me interesava conhecer intimamente todos os aspectos que compunham um filme, tais como trilha sonora, edição, fotografia, roteiro, direção, e por aí vai… Então só assim, venho compreendendo o quanto o cinema me acrescentou, não somente como espectador, mas como pessoa, e como ele contribuiu também para a formação de parte da minha personalidade e de meu caráter.

Contudo, cinema não é só papo-cabeça, mas diverção! E quando conseguimos juntar os dois, então! Respeito inquestionavelmente esse meu eterno mestre, mas compreendo perfeitamente as funções que o mesmo oferece; o mais amplo, rico e necessário conjunto fantasias, sonhos e idéias, como aquelas que temos quando estamos pensativos durante uma tarde vazia; mas com um poder único: O de existir.