O humano que também é herói.

Disse que minhas postagens iriam diminuir. Meu tempo de ócio também diminuiu.

Mas só abri esse espaço aqui, para comentar o quanto gostei do filme “Superman – O Retorno”. Grande obra. Belíssima. Define bem a palavra nostalgia, e torna-se icônico, metalinguístico, além de mostrar um bom cinema. O melhor filme de Bryan Singer.

Ainda vejo ele como o oposto de “The Dark Knight”. Até porque Superan tem uma proposta oposta também. Talvez não seja tão bom quanto, mas situa-se num pólo oposto, ainda mantendo uma balança quase equilibrada.

Adoro Batman, mas ali, além de um argumento fantástico, atuações monstruosas, direção consistente, etc., etc., etc., tem muita porradaria. E porradaria de primeira. Por isso chamou o grande público. Porradaria com classe! Afinal, quem não quer desfrutar de uma boa ação, e ainda ganhar fama de semi-pseudo-cinéfilo-quase-cult-intelectual?

Superman investe no sentimento, nas relações. E como pano de fundo, mostra a ação. É o humano que é TAMBÉM herói. Não o herói que é TAMBÉM humano. Discordando do grande mestre Bill (de Kill Bill); o alter ego de Clark Kent, que é o Superman. Ao menos aqui. E Bryan foi muito feliz ao demonstrar isso. Mas infelizmente não agrada muito ao pessoal…

Mas fica aqui a observação. Grande filme. Lindo. Nostalgico. Mágico.

[vou aproveitar a euforia e escrever tudo que estou pensando, mesmo que depois ache que exagerei.]
Au revoir (creio que assim se escreve). Ou simplesmente: “Good Night, Lois”
Nota: 9/10
“And i will see you… Around?
I’m Always around!”
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