Waiting Sucks.

E True Blood entra em seu quinto ano, e último ano de Alan Ball como showrunner. A série teve seus altos e baixos (mais altos que baixos) e vem novamente trazendo todo o sadismo, perversidade, humor negro e sensualidade que só ela consegue mesclar dessa forma, tudo numa embalagem com toques de trash e terror. Esperemos, algo bom vem no vento.

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Previously on…

“Well, let’s get started!”

Nesse período que não escrevo nada pro blog, tinha passado maus bocados nessa época de vestibulares, mas compensei com uma boa dose de cinema e tv.

1. Conferi toda a trilogia do silêncio, de Ingmar Bergman, além de ver “Persona” e “O Sétimo Selo”. Eu de fato pensava que “O Sétimo Selo” seria um filmaço incontestável. Resultado: Mal trabalhado, raso, mal atuado, mal dirigido e mal roteirizado. Tem idéias bacanas mas não aprofunda de maneira madura nenhuma delas – com excessão da representação da Morte (única coisa destacável no filme) -.

Isso só serviu para reafirmar a minha tese que as pessoas ovacionam certos filmes porque elas “tem que ovacionar”. “O sétimo selo” não é despresível, mas passa LONGE de ser uma obra de arte. Pode ter funcionado na época que foi lançado, mas ficou lá.

Como contraponto, todos os demais filmes de Bergman que vi foram FANTÁSTICOS. Sério mesmo. A forma que ele filma, com closes, e um aproveitamento inconfundível da profundidade de campo, ele faz poesia com imagens. Além de ter uma equipe de atores fenomenal e discussões sobre religião deveras maduras.

Destaque para “Persona”, um dos melhores filmes que já vi, além de ser corajoso, intrigante, inteligentíssimo e belo. Um estudo sobre o ser humano.

2. Vou seguindo acompanhando “Grey’s Anatomy” – minha preferida atualmente no ar -, “The Vampire Diaries”, “FlashForward”, “Fringe”, “The Mentalist”, “V”, “Heroes”, “The Big Bang Theory” e “Pushing Daisies”.

De “Greys” eu nem vou falar mais aqui, porque senão enjoa. Mas tá fantástica como sempre, e amadurecendo a passos largos.

TVD foi uma série que veio ganhando força, e teve seus últimos episódios bastante competentes. Com essa onda de vampiros e com “True Blood” em recesso, os “blood suckers” tem vez aqui.

“FlashForward” foi uma série que chegou cercada de mistérios e hype, mas que logo mostrou que era deficiente. Teve momentos bons e episódios MORNOS, mas não decolou até agora. Chegou quase lá, mas… nada. Estou acompanhando ainda, porque quero saber onde isso tudo vai dar. Mas por mim, largaria de mão agora.

“Fringe” vem com bons episódios, como sempre, mas não vejo o porque de continuar muito. Acho que mais uma temporada basta, e assim ela sairá com grande estilo do mercado. Mas, como isso tudo vem de J.J. Abrams, podem vir grandes tramas por aí que sustentem a série por um bom tempo. “Heroes” pelo mesmo jeito. Essa última tem seus altos e baixos e ainda é uma série que significa muito pra mim, mas meio que saturou a história. No máximo mais uma temporada e tá bom.

“The Mentalist” e “The Big Bang Theory” eu venho acompanhando aos poucos. Assim como umas pontinhas de “Supernatural”. Ótimas séries, em especial a primeira, que pretendo tirar o atraso esse final de ano.

“V” veio devagar e trouxe minha Juliet de volta, o que já seria suficiente pra eu gostar. Mas a série teve um piloto fantástico e episódios seguintes que tinham qualidade atípica, que ainda trabalhavam muito além de sua proposta. Acompanharei com gosto.

Já “Pushing Daisies” é uma série SIMPLESMENTE ENCANTADORA, de uma sutileza e beleza que configura-se em um dos melhores materiais que eu já vi. Uma história trabalhada de forma genial, com um visual fascinante, um roteiro ágil e belo, e um elenco ótimo. Terminarei a segunda temporada logo, e como ela foi cancelada, ficarei um tanto viúvo. Mas o conteúdo já apresentado garante que ela já seja suficiente pra ficar lembrada com menção honrosa.

3. Fui no cinema algumas vezes, e conferi por último os grande lançamentos “Lua Nova” e “2012”. Aambos são bem legais, e levaram minha nota 8 – devido ao meu bom humor -. Confiram as críticas em http://www.cinemacomrapadura.com.br/ . Também pode-se conferir minhas críticas sobre “Bastardos Inglórios” de Tarantino e de “(500) Dias Com Ela”. Esses últimos dois filmes são completamente perfeitos. O primeiro é uma OBRA DE ARTE (caixa alta) e o segundo é sutil, encantador, além de ser sobre minha vida. GRANDES filmes.

4. Estou reassistindo Lost. Revi toda a 5 temporada e agora estou revendo a 1. Esse é definitivamente o maior feito audiovisual de TODOS OS TEMPOS. Quando se vê novamente a série fica melhor ainda – o que é surreal -, e minha devoção só aumenta. Que venha a próxima – e última – temporada. Aí quando acabar, vai ser um mês de depressão.

Grande Abraço.