As mulheres da minha vida.



No cinema, temos várias musas. Uma variedade enorme e uma qualidade melhor ainda. Isso Hollywood ainda sabe fazer muito bem. Tem três delas que admiro em especial. Na verdade, escolheria para passar comigo o resto de minha vida. São simplesmente tudo aquilo que qualquer homem poderia querer.

Não, elas não são Bond Girls, nem as garotas com as maiores silhuetas do cinema. Elas são Natalie Portman, Kate Winslet e Penélope Cruz. Talvez não seja necessário, mas eu respondo com quais papéis me conquistaram: Alice Ayres em Closer, Clementine Kruczynski em Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças e Sofia Serrano de Vanilla Sky. Talvez parte do talento inabalável das três foi o responsável pela minha reverência.
Duas delas, coincidentemente, são parceiras idealizadas. E, diga-se de passagem, benditas as mentes que as idealizam. Nunca, mas nunca mesmo irei esquecer desses personagens. Sem contar com Alice, que o personagem do Jude Law até hoje deve morrer de infelicidade por perdê-la.
Por outra mera coincidência, esses são alguns dos filmes que mais gosto. E aqueles que acho obrigatórios para qualquer cinéfilo eclético que se preze. Aqueles que fizeram ao menos os meus sonhos virarem realidade.
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