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Tópicos rápidos e eficazes:
1. Vi a casadinha “Arrasta-me Para o Inferno” e “Se Beber, Não Case” no cinema. Há tempos que não pegava sessões duplas; e havia tempos, talvez desde quando nasci, que não via em sessões seguidas, dois filmes tão bons no cinema. Favor pra mim mesmo. Descontração total. Duas obras primas, clássicas em suas respectivas categorias, e certezas que o cinema moderno tem futuro longo, próspero e ainda original.
2. Vi o nono capítulo da segunda temporada de True Blood. “Menos bom” que o anterior, mas ainda assim fantástico. Que técnica maravilhosa! Que atores! Que condução sagaz, que nos arranca lágrimas de uma série que nunca imaginei que atingiria tamanho “ápice emocional”. Palmas!

3. Tô cansado dessa história de escola e virarei Hippie. Sistema chulo de ensino; poda e limita o conhecimento. Faculdade tá chegando… Aí veremos expansão de horizontes…

4. Mais e mais bandas…

Que a força esteja com vocês. [não sou nerd e não sou fã de Star Wars.]
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Timebomb

Como falei em post anterior, True Blood é uma das séries que adotei esse ano, juntamente LOST (principalmente), Heroes e Grey’s Anatomy.; passei por Dexter e The Office, mas só acompanhei suas primeiras temporadas. E enquanto Lost está em hiato, o grande trunfo da HBO mantém um nível de qualidade fantástico, e surpreende por sua excelência.

“Timebomb”, oitavo episódio dessa segunda temporada é o melhor da série desde o Finale da primeira temporada. Timming perfeito, ÓTIMO elenco, grande apuro técnico, roteiro bem elaborado, além de um avanço na história e desenvolver da trama, bem como um grande e interessante salto na mitologia da série. Toques de sarcasmo e sacadas geniais.

PERFEITÃO!

ps: Saliento novamente o elenco. TODOS são muito bons. TODOS os núcleos. Até mesmo os figurantes. Parabéns HBO!

O humano que também é herói.

Disse que minhas postagens iriam diminuir. Meu tempo de ócio também diminuiu.

Mas só abri esse espaço aqui, para comentar o quanto gostei do filme “Superman – O Retorno”. Grande obra. Belíssima. Define bem a palavra nostalgia, e torna-se icônico, metalinguístico, além de mostrar um bom cinema. O melhor filme de Bryan Singer.

Ainda vejo ele como o oposto de “The Dark Knight”. Até porque Superan tem uma proposta oposta também. Talvez não seja tão bom quanto, mas situa-se num pólo oposto, ainda mantendo uma balança quase equilibrada.

Adoro Batman, mas ali, além de um argumento fantástico, atuações monstruosas, direção consistente, etc., etc., etc., tem muita porradaria. E porradaria de primeira. Por isso chamou o grande público. Porradaria com classe! Afinal, quem não quer desfrutar de uma boa ação, e ainda ganhar fama de semi-pseudo-cinéfilo-quase-cult-intelectual?

Superman investe no sentimento, nas relações. E como pano de fundo, mostra a ação. É o humano que é TAMBÉM herói. Não o herói que é TAMBÉM humano. Discordando do grande mestre Bill (de Kill Bill); o alter ego de Clark Kent, que é o Superman. Ao menos aqui. E Bryan foi muito feliz ao demonstrar isso. Mas infelizmente não agrada muito ao pessoal…

Mas fica aqui a observação. Grande filme. Lindo. Nostalgico. Mágico.

[vou aproveitar a euforia e escrever tudo que estou pensando, mesmo que depois ache que exagerei.]
Au revoir (creio que assim se escreve). Ou simplesmente: “Good Night, Lois”
Nota: 9/10
“And i will see you… Around?
I’m Always around!”

Será o drama o voto de minerva?

Será que só podemos ver grandes representações de diretores através do drama? Sei lá. Idéia que passou pela minha cabeça. Vasculhando rapidamente minha lista de diretores prediletos, todos, repito: TODOS fizeram algum filme desse gênero. Até Tarantino tendeu muito para isso no segundo volume de Kill Bill, filme que prefiro não me alongar, senão começo a puxar o saco.

Pois bem: Dos filmes de Peter Jackson, a série do “Senhor dos Anéis” teve um retorno do público e crítica absurdo (a série é esplêndida, mas não é a melhor do mundo), e a versão de “King Kong” de Jackson teve uma recepção mais morna, porém teve sua consagração garantida. Jackson agora vai atrás de filmar o drama chamado “The Lovely Bones” ou “Um Olhar do Paraíso”, que tem cara de que vai estar forte na disputa ao Oscar do ano que vem. A história é encantadora, e Jackson já admitiu traços cinematográficos grandiosos.

O elenco conta com a esplendorosa Rachel Weisz, com o mediano Mark Wahlberg, a grande Susan Saradon, e a pequena Saoirse Ronan, que vem chamando a atenção desde o maravilhoso “Desejo e Reparação”. Jackson escreve o roteiro com Philipa Boyens, velha contribuidora do diretor, e estréia nos E.U.A no final desse ano. Pronto? Está aí a fórmula de uma obra de arte? Agora resta esperar…

O trailer está logo abaixo:

Pitty, e o rock poético.

Tenho ouvido muitas coisas novas ultimamente. Franz Ferdinand – que outrora odiava -, Green Day, Radiohead – que sempre gostei, mas reinvento minha admiração -, e várias bandas alternativas, indies, que contemplam verdadeiras experiências sonoras.

Mas essa semana em especial, minha playlist só tocava Pitty. “Chiaroscuro”, novo álbum da cantora Baiana (sim! orgulho-me disso), com poucas 11 faixas, recebe esse nome que significa algo como “entre o claro e o escuro”, devido à grande discrepância entre as canções do disco. Pitty compõe canções autênticas, pessoais, e com um teor undergroud, indie e folk, que ao contrário de 90% das produções nacionais da atualidade, tem peculiaridades em suas letras, que trabalha não somente com relações interpessoais, mas com um olhar introspectivo.

O rock não é o estilo da Bahia, nem do Brasil, nem do povo. Pitty não tem a melhor voz do mundo, e suas letras não são óbvias, objetivas ou superficiais. Talvez nem seja tão agradável, pois o olhar para dentro nem sempre é cômodo. E por isso continuará sendo discriminada, e terá seu público-alvo restrito. Mas certamente, no futuro, tudo isso se tornará cult, assim como Los Hermanos virou. A mediocridade artística que se alastra violentamente não é de longa duração. Ela se reinventa, mas o que tá no mercado hoje, não tá amanhã. E esses não serão duradouros para um público crescente e cansado de um “também”.

Destaques do CD: ” Só Agora”, “A Sombra”, “Me Adora”, “Água Contida”, “8 ou 80”, “Todos Estão Mudos”

Recordações

É estranho você olhar pra trás e ver como suas opiniões mudam… Já fiz textos de retratação aqui no Blog, e deveria fazer mais alguns. Mudar é necessário. Normalmente não acorrem mudanças abruptas de opinião, até porque o senso pessoal prevalece. Mas é bacana essa reflexão.

No Blog, as postagens mais antigas não se mantém. Assim como as idéias. Novos conceitos vão sobrepondo os velhos, e por assim vai. Logo depois, não verei as próprias coisas que fiz. E muito menos lembrarei. Mas certamente, elas interferiram e muito no meu eu atual. E o meu eu atual, logo ali, serão idéias velhas, ultrapassadas. Uma bagagem de recortes de um álbum em construção.

Hiato…

Quando você escreve pra si mesmo, você tem preguiça de escrever. Antes pensar. Bem mais fácil. Bem mais eficaz. Mas quando você quer expor suas idéias para o mundo, tens que fazê-lo.

Ano difícil. Pouca vontade pra tudo. Pouca criatividade. Pouca imaginação. Muitas dúvidas.

Acho que vou tentar escrever com mais frequência. Coisas pequenas. Resumos. Sínteses. Sem floreios. Só pra constar que ao menos, tentei me expressar de forma visceral.

Posso citar 10 coisas para resumir o tempo da pausa?

1. LOST
2. Grey’s Anatomy
3. True Blood
4. Benajmin Button
5. Harry Potter
6. Antes do Amanhecer
7. O Nevoeiro
8. Capitu
9. J.J. Abrams
10. Cinema com Rapadura

Eu devo ter esquecido muita coisa e vou ficar puto. Mas pretendo suprir posteriormente essa falta de informações.

Vida Longa E Próspera!